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Mostrando postagens de Abril, 2013

A dignidade da pessoa humana

Atualmente diante dos incontáveis desastres e horrores o pavor impede a ação e o agir humano e faz calar, ao invés de falar aos que não tem voz. O genocídio de Rwanda, em 94 do século 20, não tão distante, apesar das explicações que font la part belle à responsabilidade das instâncias internacionais, a pergunta feita por um desastre tamanho provocado pelo homem com a ajuda de uma rudimentar arma é  exatamente a da dignidade humana. Separar os bons homens dos maus. Exterminar sistematicamente os últimos. Não estaria ai uma aplicação da teoria eugenista, segundo a qual somente os melhores tem direito a vida?

Transforme a Teologia e o pensamento pós-moderno em anúncio da Boa Nova

FORMAÇÃO TEOLÓGICA Transforme a teologia e o pensamento pós-moderno em anúncio da Boa Nova POR LUIZ SANTINÁCIO*
Recentemente o papa Bento instituiu o Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização e propôs à Assembleia geral ordinária do Sínodo dos Bispos estudar o tema Nova Evangelizatio ad christianam fidem tradendam. Em seu Motu proprio, Bento XVI esclarece: os nós ou os desafios que eu pretendo levar em consideração e aos quais eu gostaria de tentar dar uma resposta de fé são o cientificismo, o secularismo e o racionalismo. O apóstolo Paulo classifica esses desafios como as muralhas e fortalezas que se levantam contra o conhecimento de Deus (cf. 2Cor 10, 4). O Papa João Paulo foi claro: “o cientificismo é uma concepção filosófica que se recusa a reconhecer formas de conhecimento distintas daquelas que são próprias das ciências positivas, relegando para o âmbito da pura imaginação tanto o conhecimento religioso e teológico, como o saber ético e estético”.

Amor e Sofrimento: uma luz no fim do túnel

Bom distinguir sofrimento de perseguição, como o faz as Letras Sagradas. Conhecer-lhes a origem, a natureza, o fim. O sofrimento é o meio eficaz para deter o homem na sua sede de prazer pelo qual subverte a natureza, afasta-se de Deus e se audestrói1. Não se consegue ir muito longe no caminho dos nossos gostos errados. Alguma coisa ou alguém se encarrega de nos segurar. Jamais vira de forma tão evidente a missão da dor na vida do homem. Que seria do homem sem o efeito da dor física? Quem o poderia deter? Quem o adverteria sobre o mal que ele faz a si próprio? Quem lhe haveria de mostrar com energia as consequências dos seus exageros, das feridas infligidas à natureza?