Pular para o conteúdo principal

Valeu e continua valendo ser teu filho espiritual: feliz dia dos Pais Afonso Henriques Salgado Chrispim




Observei, durante boa parte do dia de hoje, as diversas manifestações pelo evento Dia dos Pais. Várias postagens, em muitas ferramentas sociais, de celebridades com seus filhos e/ou filhas.
Observei, igualmente, que hoje, no Brazil, também é Dia dos Estudantes, considerando-se àquela Lei 5.692 que dava diretrizes para a Educação. Portanto, dois eventos singulares.

Então, o que tem o vídeo acima com esses dois eventos?
Explico, pois!
O vídeo acima mostra o entusiasmo de um homem dedicado à formação, informação, condução do ser humano, em sua mais completa acepção. Um homem que se tornou livre e, universalmente, Pai espiritual de muitos; e, não longe, formou jovens em suas mais variadas esferas.
Particularmente, tive a grata satisfação de tê-lo sob duas óticas: a de Pai Espiritual, quando do meu período de formação na VR; e, de professor, quando aluno do ISTARJ, em sua secção nocturna.
Muitos indagarão o por que de hoje essa homenagem... Uma homenagem póstuma.
Pois é! Para mim, uma grande honra tê-lo como Mestre e, não obstante, como Pai!
Bem verdade, há mais de um ano já nos precedeu na Pátria do Além. Não nos deixou órfãos, pois cremos e confessamos que está junto do Eterno a interceder por nós.
Valeu ser teu aluno! Valeu ser teu filho espiritual! Valeu, padre Afonso Henriques Salgado Chrispim!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A Carta ao Amor que não é amado

Hino ao Amor

Ainda que eu falasse línguas,
as dos homens e as dos anjos,
se eu não tivesse o amor,
seria como um bronze que soa
ou como um címbalo que tine.

A pacata vida de um povo: POVO marginalizado

Luiz Santinácio*
Às margens do velho rio, inúmeras comunidades, muitas delas remanescentes de tribos e/ou Nações indígenas enraizadas no solo Terra Brasilis, numa intensa relação homem-meio ambiente, naquela interação que faz crer numa co-responsabilidade e/ou naquela mútua responsabilidade; de mútua manutenção das fontes de vida que pululam no vasto horizonte da vida que visceja e insiste em proclamar vida. Dos mananciais aquíferos, muitos dos quais não mais pujantes como dantes.