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Mater et Magistra

A vontade do povo será a base da autoridade do governo


Com uma lembrança não tão distante e buscando sinalizar, João XXIII, na famosa Encíclica Mater et Magistra "(...)
Quando as estruturas e o funcionamento de um sistema comprometem a dignidade humana dos que nele trabalham, enfraquecem o sentido de sua responsabilidade ou impedem seu poder de iniciativa, esse sistema é injusto ainda mesmo que a produção atinja altos níveis (desenvolvimento econômico) e seja distribuída conforme as normas da justiça e da equidade (desenvolvimento social)". Daí a necessidade de "dar às instituições sociais a forma e a natureza de autênticas comunidades (...), o que só acontecerá se os seus membros forem sempre considerados como pessoas e chamados a participar da vida e das atividades sociais". E, entre outras aplicações, lembra que na vida econômica os empregados "não podem ser tratados como simples executores silenciosos, completamente passivos, sem possibilidade de dar sua opinião e sugestões e de influir nas decisões que dizem respeito a seu trabalho". "Quanto à nação, muito importa que os cidadãos, em todos os setores, se sintam cada vez mais responsáveis pelo bem comum."
A substituição do "paternalismo" pela "participação" é um imperativo da moderna política social. Na medida em que se queira respeitar a dignidade da pessoa humana, é preciso assegurar-lhe o direito de participar ativamente na solução dos problemas que lhe dizem respeito.

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