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Amar, simplesmente amar!

Luiz Santinácio*
Amarás a teu próximo como a ti mesmo

Quando Jesus diz amar o próximo, não faz distinção. O próximo é todo ser humano: o santo, o delinquente, o prostituído, o ladrão, o estrangeiro, o clerical, o anticlerical, o negro, o branco, o amarelo, o vermelho, o egoísta, o prepotente, o traidor, o traído, o simpático, o empático, o apático, o antipático. Você consegue fazer isto? Condição necessária (conditio sine qua non) para entrar no Reino (cf. Mt 25, 31-46). Estás disposto a isso? Pede a Deus um coração novo colocando no seu íntimo um espírito novo, o Espírito Santo (cf. Ez 36, 27-27).

Ad quid venisti

Diz-se que Bernardo de Claraval perguntava com frequência para si. Embora não conhecendo a resposta exata que o Santo se dava, pode-se pressupô-la por aquilo que ele fez de sua vida monástica e por aquilo que escreveu, como síntese de sua experiência de Deus.

Amor e Sofrimento: uma luz no fim do túnel

Bom distinguir sofrimento de perseguição, como o faz as Letras Sagradas. Conhecer-lhes a origem, a natureza, o fim. O sofrimento é o meio eficaz para deter o homem na sua sede de prazer pelo qual subverte a natureza, afasta-se de Deus e se audestrói1. Não se consegue ir muito longe no caminho dos nossos gostos errados. Alguma coisa ou alguém se encarrega de nos segurar. Jamais vira de forma tão evidente a missão da dor na vida do homem. Que seria do homem sem o efeito da dor física? Quem o poderia deter? Quem o adverteria sobre o mal que ele faz a si próprio? Quem lhe haveria de mostrar com energia as consequências dos seus exageros, das feridas infligidas à natureza?