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No bordado da misericórdia

Luiz Santinácio*


            Nos tempos mais próximos da chegada do Messias o judaísmo também conheceu o amor universal para com o estrangeiro, o pobre, o adversário, o inimigo (cf. Dt 10, 18s). Se aos Israelitas era ordenado amar ao próximo como a si mesmo (cf. Lv 19, 18) e a palavra próximo tem, inegavelmente, um sentido bastante restrito, o Senhor Jesus aos seus discípulos manda amar como Ele os amou (cf. Jo 15, 12-13).

Amar, simplesmente amar!

Luiz Santinácio*
Amarás a teu próximo como a ti mesmo

Quando Jesus diz amar o próximo, não faz distinção. O próximo é todo ser humano: o santo, o delinquente, o prostituído, o ladrão, o estrangeiro, o clerical, o anticlerical, o negro, o branco, o amarelo, o vermelho, o egoísta, o prepotente, o traidor, o traído, o simpático, o empático, o apático, o antipático. Você consegue fazer isto? Condição necessária (conditio sine qua non) para entrar no Reino (cf. Mt 25, 31-46). Estás disposto a isso? Pede a Deus um coração novo colocando no seu íntimo um espírito novo, o Espírito Santo (cf. Ez 36, 27-27).