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Mostrando postagens com o rótulo Luiz Santinácio

Santidade, uma conquista pessoal

Luiz Santinácio*


Perfeito e Santo são a mesma coisa?
Na maneira comum de se expressar parece que sim mas na análise dos conceitos compreende-se que existem diferenças entre ambos. Perfeição, perfeito, do Latim perficere, perfectus exprime a ideia de alguma coisa concluída, de algo que não falta nada em relação à sua natureza ou estado. A ave é perfeita quando tem asas para poder voar. De forma etimológica, em Hebraico, santo significa separado. Atribuí-se somente a Deus para indicar a sua transcendência. Também, por participação, as casas e pessoas para significar que são retiradas do uso comum e reservadas para o serviço de Deus. Assim se constitui, com peculiaridade, o Povo de Israel, os Sacerdotes, o Templo(Cf. Lv 10, 3).

O Amor

O amor como essência da santidade é definido pelo Senhor Jesus da seguinte forma:
“Se me amais, observareis os meus mandamentos” (Jo 14, 14).

“Vós sois meus amigos se praticais o que vos mando” (Jo 15, 14).

A pacata vida de um povo: POVO marginalizado

Luiz Santinácio*
Às margens do velho rio, inúmeras comunidades, muitas delas remanescentes de tribos e/ou Nações indígenas enraizadas no solo Terra Brasilis, numa intensa relação homem-meio ambiente, naquela interação que faz crer numa co-responsabilidade e/ou naquela mútua responsabilidade; de mútua manutenção das fontes de vida que pululam no vasto horizonte da vida que visceja e insiste em proclamar vida. Dos mananciais aquíferos, muitos dos quais não mais pujantes como dantes.

Res publica da Severina numa alusão à Vida e à Morte de um Povo, de uma Nação, de um Estado esfaçelado!

Durante alguns dias venho refletindo acerca do primeiro post nos blogs que edito, inclusive Caminhos de Santidade que carrega o título do livro Caminhos de Santidade - Um itinerário espiritual com Paulo, Bento de Núrcia e Bernardo de Claraval - Ascese e Mistica". À proposta primeva de ambos os projetos é conduzir o Homem, entendido cá, Humanidade, ao pleno desenvolvimento em todos os aspectos das suas potencialidades. Pensei refletir acerca do desenvolvimento psicológico que é, senão, o amadurecimento do ser humano que "caminha", em nossa realidade  hodierna.

Indignidade X Arbitrariedades

Atualmente diante dos incontáveis desastres e horrores o pavor impede a ação e o agir humano e faz calar, ao invés de falar aos que não tem voz. O genocídio de Rwanda, em 94 do século 20, não tão distante, apesar das explicações que font la part belle à responsabilidade das instâncias internacionais, a pergunta feita por um desastre tamanho provocado pelo homem com a ajuda de uma rudimentar arma é  exatamente a da dignidade humana. Separar os bons homens dos maus. Exterminar sistematicamente os últimos. Não estaria ai uma aplicação da teoria eugenista, segundo a qual somente os melhores tem direito a vida?

Ad quid venisti

Diz-se que Bernardo de Claraval perguntava com frequência para si. Embora não conhecendo a resposta exata que o Santo se dava, pode-se pressupô-la por aquilo que ele fez de sua vida monástica e por aquilo que escreveu, como síntese de sua experiência de Deus.

A dignidade da pessoa humana

Atualmente diante dos incontáveis desastres e horrores o pavor impede a ação e o agir humano e faz calar, ao invés de falar aos que não tem voz. O genocídio de Rwanda, em 94 do século 20, não tão distante, apesar das explicações que font la part belle à responsabilidade das instâncias internacionais, a pergunta feita por um desastre tamanho provocado pelo homem com a ajuda de uma rudimentar arma é  exatamente a da dignidade humana. Separar os bons homens dos maus. Exterminar sistematicamente os últimos. Não estaria ai uma aplicação da teoria eugenista, segundo a qual somente os melhores tem direito a vida?

Transforme a Teologia e o pensamento pós-moderno em anúncio da Boa Nova

FORMAÇÃO TEOLÓGICA Transforme a teologia e o pensamento pós-moderno em anúncio da Boa Nova POR LUIZ SANTINÁCIO*
Recentemente o papa Bento instituiu o Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização e propôs à Assembleia geral ordinária do Sínodo dos Bispos estudar o tema Nova Evangelizatio ad christianam fidem tradendam. Em seu Motu proprio, Bento XVI esclarece: os nós ou os desafios que eu pretendo levar em consideração e aos quais eu gostaria de tentar dar uma resposta de fé são o cientificismo, o secularismo e o racionalismo. O apóstolo Paulo classifica esses desafios como as muralhas e fortalezas que se levantam contra o conhecimento de Deus (cf. 2Cor 10, 4). O Papa João Paulo foi claro: “o cientificismo é uma concepção filosófica que se recusa a reconhecer formas de conhecimento distintas daquelas que são próprias das ciências positivas, relegando para o âmbito da pura imaginação tanto o conhecimento religioso e teológico, como o saber ético e estético”.

Amor e Sofrimento: uma luz no fim do túnel

Bom distinguir sofrimento de perseguição, como o faz as Letras Sagradas. Conhecer-lhes a origem, a natureza, o fim. O sofrimento é o meio eficaz para deter o homem na sua sede de prazer pelo qual subverte a natureza, afasta-se de Deus e se audestrói1. Não se consegue ir muito longe no caminho dos nossos gostos errados. Alguma coisa ou alguém se encarrega de nos segurar. Jamais vira de forma tão evidente a missão da dor na vida do homem. Que seria do homem sem o efeito da dor física? Quem o poderia deter? Quem o adverteria sobre o mal que ele faz a si próprio? Quem lhe haveria de mostrar com energia as consequências dos seus exageros, das feridas infligidas à natureza?

Re-tornando ao Caminho, assim re-começa o blog CAMINHOS DE SANTIDADE

Luiz Santinácio*
O texto que passo a transcrever consta no livro "Caminhos de Santidade - Um itinerário espiritual com Paulo de Tarso, Bento de Núrcia e Brnardo de Claraval - Ascese e Mística" como "Epílogo", ou seja, as palavras finais, o resumo de todo o livro condensado numa culminância simplória mas, com bastante propriedade àqueles que buscam o Caminho.