Pular para o conteúdo principal

Postagens

Res publica da Severina numa alusão à Vida e à Morte de um Povo, de uma Nação, de um Estado esfaçelado!

Durante alguns dias venho refletindo acerca do primeiro post nos blogs que edito, inclusive Caminhos de Santidade que carrega o título do livro Caminhos de Santidade - Um itinerário espiritual com Paulo, Bento de Núrcia e Bernardo de Claraval - Ascese e Mistica". À proposta primeva de ambos os projetos é conduzir o Homem, entendido cá, Humanidade, ao pleno desenvolvimento em todos os aspectos das suas potencialidades. Pensei refletir acerca do desenvolvimento psicológico que é, senão, o amadurecimento do ser humano que "caminha", em nossa realidade  hodierna.

Indignidade X Arbitrariedades

Atualmente diante dos incontáveis desastres e horrores o pavor impede a ação e o agir humano e faz calar, ao invés de falar aos que não tem voz. O genocídio de Rwanda, em 94 do século 20, não tão distante, apesar das explicações que font la part belle à responsabilidade das instâncias internacionais, a pergunta feita por um desastre tamanho provocado pelo homem com a ajuda de uma rudimentar arma é  exatamente a da dignidade humana. Separar os bons homens dos maus. Exterminar sistematicamente os últimos. Não estaria ai uma aplicação da teoria eugenista, segundo a qual somente os melhores tem direito a vida?

Se conhecesses o dom de Deus

A santidade cristã é aquele “tesouro escondido no campo” do qual fala Mateus e que desperta o interesse no homem, o qual não compra o tesouro, mas compra o campo[i]. Vamos, pois, comprar este campo sem nada pagar porque é Dom, diz o profeta Isaías; e, preparemo-nos para explorar-lhe as riquezas e depois cumprir com os deveres exigidos.

Ad quid venisti

Diz-se que Bernardo de Claraval perguntava com frequência para si. Embora não conhecendo a resposta exata que o Santo se dava, pode-se pressupô-la por aquilo que ele fez de sua vida monástica e por aquilo que escreveu, como síntese de sua experiência de Deus.

A gramática do aborto, por Gabriel Perissé

O aborto não é tema religioso ou jurídico, não é matéria política, problema médico ou objeto de pesquisa biológica. Todas essas dimensões são importantes, mas decisiva mesmo é a questão gramatical.

A gramática do aborto nos pede a classificação morfológica e a análise sintática dos discursos, sejam contra ou a favor, sejam indignados ou frios, calculistas ou transbordantes.

Primeiramente, onde está o sujeito oculto? A que classe ele pertence? Em que ponto das entrelinhas ele se esconde?

Será talvez um sujeito indeterminado? Sem nome? Sem pronome? Ou esta sentença não tem sujeito?

A dignidade da pessoa humana

Atualmente diante dos incontáveis desastres e horrores o pavor impede a ação e o agir humano e faz calar, ao invés de falar aos que não tem voz. O genocídio de Rwanda, em 94 do século 20, não tão distante, apesar das explicações que font la part belle à responsabilidade das instâncias internacionais, a pergunta feita por um desastre tamanho provocado pelo homem com a ajuda de uma rudimentar arma é  exatamente a da dignidade humana. Separar os bons homens dos maus. Exterminar sistematicamente os últimos. Não estaria ai uma aplicação da teoria eugenista, segundo a qual somente os melhores tem direito a vida?

Transforme a Teologia e o pensamento pós-moderno em anúncio da Boa Nova

FORMAÇÃO TEOLÓGICA Transforme a teologia e o pensamento pós-moderno em anúncio da Boa Nova POR LUIZ SANTINÁCIO*
Recentemente o papa Bento instituiu o Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização e propôs à Assembleia geral ordinária do Sínodo dos Bispos estudar o tema Nova Evangelizatio ad christianam fidem tradendam. Em seu Motu proprio, Bento XVI esclarece: os nós ou os desafios que eu pretendo levar em consideração e aos quais eu gostaria de tentar dar uma resposta de fé são o cientificismo, o secularismo e o racionalismo. O apóstolo Paulo classifica esses desafios como as muralhas e fortalezas que se levantam contra o conhecimento de Deus (cf. 2Cor 10, 4). O Papa João Paulo foi claro: “o cientificismo é uma concepção filosófica que se recusa a reconhecer formas de conhecimento distintas daquelas que são próprias das ciências positivas, relegando para o âmbito da pura imaginação tanto o conhecimento religioso e teológico, como o saber ético e estético”.