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A pacata vida de um povo: POVO marginalizado

Luiz Santinácio*
Às margens do velho rio, inúmeras comunidades, muitas delas remanescentes de tribos e/ou Nações indígenas enraizadas no solo Terra Brasilis, numa intensa relação homem-meio ambiente, naquela interação que faz crer numa co-responsabilidade e/ou naquela mútua responsabilidade; de mútua manutenção das fontes de vida que pululam no vasto horizonte da vida que visceja e insiste em proclamar vida. Dos mananciais aquíferos, muitos dos quais não mais pujantes como dantes.

Res publica da Severina numa alusão à Vida e à Morte de um Povo, de uma Nação, de um Estado esfaçelado!

Durante alguns dias venho refletindo acerca do primeiro post nos blogs que edito, inclusive Caminhos de Santidade que carrega o título do livro Caminhos de Santidade - Um itinerário espiritual com Paulo, Bento de Núrcia e Bernardo de Claraval - Ascese e Mistica". À proposta primeva de ambos os projetos é conduzir o Homem, entendido cá, Humanidade, ao pleno desenvolvimento em todos os aspectos das suas potencialidades. Pensei refletir acerca do desenvolvimento psicológico que é, senão, o amadurecimento do ser humano que "caminha", em nossa realidade  hodierna.

Indignidade X Arbitrariedades

Atualmente diante dos incontáveis desastres e horrores o pavor impede a ação e o agir humano e faz calar, ao invés de falar aos que não tem voz. O genocídio de Rwanda, em 94 do século 20, não tão distante, apesar das explicações que font la part belle à responsabilidade das instâncias internacionais, a pergunta feita por um desastre tamanho provocado pelo homem com a ajuda de uma rudimentar arma é  exatamente a da dignidade humana. Separar os bons homens dos maus. Exterminar sistematicamente os últimos. Não estaria ai uma aplicação da teoria eugenista, segundo a qual somente os melhores tem direito a vida?

Se conhecesses o dom de Deus

A santidade cristã é aquele “tesouro escondido no campo” do qual fala Mateus e que desperta o interesse no homem, o qual não compra o tesouro, mas compra o campo[i]. Vamos, pois, comprar este campo sem nada pagar porque é Dom, diz o profeta Isaías; e, preparemo-nos para explorar-lhe as riquezas e depois cumprir com os deveres exigidos.

Ad quid venisti

Diz-se que Bernardo de Claraval perguntava com frequência para si. Embora não conhecendo a resposta exata que o Santo se dava, pode-se pressupô-la por aquilo que ele fez de sua vida monástica e por aquilo que escreveu, como síntese de sua experiência de Deus.

A gramática do aborto, por Gabriel Perissé

O aborto não é tema religioso ou jurídico, não é matéria política, problema médico ou objeto de pesquisa biológica. Todas essas dimensões são importantes, mas decisiva mesmo é a questão gramatical.

A gramática do aborto nos pede a classificação morfológica e a análise sintática dos discursos, sejam contra ou a favor, sejam indignados ou frios, calculistas ou transbordantes.

Primeiramente, onde está o sujeito oculto? A que classe ele pertence? Em que ponto das entrelinhas ele se esconde?

Será talvez um sujeito indeterminado? Sem nome? Sem pronome? Ou esta sentença não tem sujeito?

A dignidade da pessoa humana

Atualmente diante dos incontáveis desastres e horrores o pavor impede a ação e o agir humano e faz calar, ao invés de falar aos que não tem voz. O genocídio de Rwanda, em 94 do século 20, não tão distante, apesar das explicações que font la part belle à responsabilidade das instâncias internacionais, a pergunta feita por um desastre tamanho provocado pelo homem com a ajuda de uma rudimentar arma é  exatamente a da dignidade humana. Separar os bons homens dos maus. Exterminar sistematicamente os últimos. Não estaria ai uma aplicação da teoria eugenista, segundo a qual somente os melhores tem direito a vida?